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Sejam
bem-vindos
O
objetivo deste site é mostrar um
pouco do quanto é maravilhosa a luteria,
a arte de se fazer um instrumento musical
de cordas.
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Fazer
nascer um instrumento musical de um pedaço de madeira
bruta precisa de muita perseverança. A luteria
ou liuteria (Wikipédia) é uma manifestação
artística que engloba a construção
e restauração, de um modo artesanal, de
instrumentos de corda com caixa de ressonância,
tais como o violão, violino, viola, violoncelo,
contrabaixo, cavaquinho, bandolim, enfim qualquer instrumento
de corda.
O
luthier
A forma mais comum de denominar os que exercem esta
profissão é de liutaio, luthier, luteiro
ou lutiê. Por generalização, o termo
é utilizado para os construtores de qualquer
tipo de instrumento, seja de corda, arco, sopro ou percussão.
Refere-se também a quem cuida da parte elétrica
e acústica e da regulagem de um instrumento.
Tais palavras tiveram origem na construção
do alaúde, pequeno instrumento que em italiano
se chama liuto, portanto, liutaio significa quem faz
alaúdes. Segundo Antonio Houaiss, o termo chegou
à lingua portuguesa por meio da palavra francesa
luthier (fabricante de instrumentos de corda), derivada
da palavra luth (alaúde) mais o sufixo ier.
A
importância do profissional
Com a massificação da fabricação
de instrumentos musicais em série, a tendência
era de que a categoria de luthier se extinguisse ou
ficasse restrita às dependências das fábricas.
Ledo engano. Nos últimos dez anos no Brasil,
aumentou muito o número de luthiers porque esse
profissional é o elo de ligação
entre o instrumento e o músico. Muitos violões
e guitarras saem das lojas "bonitinhos" e
"brilhosos" mas não regulados para
as mãos de quem os compra. Aí entra em
cena o luthier. É ele quem vai ajustar e regular
o braço do instrumento, a altura e tensão
das cordas, vai proporcionar, enfim, a tocabilidade
do instrumento e corrigir pequenos erros de fabricação
que contam muito no final. É por isso que depois
de trabalhar como músico prático desde
os 17 anos e como jornalista por mais de 30 anos, estou
agora, aos 60, me rendendo a esta nova (velha) atividade,
apaixonante e desafiadora.
Um
grande abraço,
Wandler Cunha
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Copyright
© 2009 - Wandler Cunha |
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